Uma coleção que preserva o ritmo, a ancestralidade e a celebração.

O samba de roda do Recôncavo baiano nasceu por volta de 1880, pela forte ligação com a cultura afro-baiana e o cotidiano das comunidade do Recôncavo baiano.

As joias refletem tradição, identidade e movimento. Uma releitura contemporânea das vestimentas do Samba de Roda mantendo a tradição, preservando movimento, ancestralidade e coletividade.

O giro das saias, do compasso das mãos, dos instrumentos utilizados, e da memória viva do samba. Cada peça guarda o movimento do corpo coletivo, a terra do Recôncavo e a voz feminina que sustenta o giro.

Em cerâmica, o gesto vira permanência. Joias criadas não apenas para adornar o corpo, mas para quem as usa se sentir representado. Para que a cultura seja preservada e continue levando suas histórias através de quem a veste.

A cerâmica tem esse poder: ela guarda o gesto de quem a moldou, a espera da secagem, a transformação do fogo.

Há tempo, silencio e tradição cada joia.

Há um giro que atravessa o tempo.

Ele nasce quando as mãos se encontram em palmas, quando o canto desperta a memória e quando os pés desenham o compasso sobre a terra. No rodopio das saias, não há apenas movimento: há histórias, afetos e a força silenciosa de mulheres que, geração após geração, preservaram uma das mais belas expressões da cultura brasileira. Inspirada no samba de roda do Recôncavo Baiano, esta coleção é uma homenagem a essas mulheres.

Àquelas que fizeram da dança um gesto de pertencimento, do canto uma herança, e da alegria uma forma de resistência.

Nesse movimento, as mulheres preservam histórias, celebram a ancestralidades e transformam a dança em memória viva.

Em cada giro, a tradição floresce.

Em cada giro, a memória continua dançando.

Toda mulher carrega um giro que o tempo não apaga.

 

Conheça a coleção "Samba de Roda": https://autajoiasdeceramica.com.br/colecoes/samba-de-roda-o-giro-das-mulheres/